As pessoas são acostumadas a ver a palavra morte como o “fim”, sendo que é o fim de uma fase, mas início de outra.
O sopro que anima seu corpo não tem um fim irremediável e nem um sono eterno, pois quando morremos o que acaba é a casca, o corpo físico.
É preciso aprender a rever o conceito de morte, porque é nossa maior certeza! E chorarmos por quem morre de saudade, mas não de pesar.
Muitos consideram que o falecimento de uma pessoa amada é verdadeira desgraça, quando, em verdade, morrer não é finar-se nem consumir-se, mas libertar-se.
A morte não é o fim e nem uma despedida, pois todos nos reencontraremos, muitas vezes.
Assim, diante dos que partiram na direção da morte, assuma o compromisso de preparar-se para o reencontro com eles na vida espiritual.
Prossegue em sua jornada na Terra sem adiar as realizações superiores que lhe competem.
Lembre-se que tem que percorrer teu caminho para ter o merecimento por ter vivido dignamente.
Pois elas serão valiosas, quando você fizer a grande viagem, rumo à madrugada clarificadora da eternidade.
