Magia Zen

Atração do Amor Universal Místico e Esotérico

Deusa Sekhmet a deusa com cabeça de leão

Ela é muito poderosa!


Com cabeça de leão, possui instintos deste, sendo super protetora com sua prole.

Curiosamente, super protege também todos os curandeiros e médicos (e aos que podem ser chamados para a assistência ao cuidar de enfermos).

Ela também tem a capacidade de destruir – pode enviar doença ou peste a quem ameaçar ou causar-lhe desgosto.

Wikipédia;

Na mitologia egípcia Sekhmet, Sachmet, Sakhet, Sekmet ou Sakhmet (“a poderosa”) é a deusa da guerra e das doenças. O centro de seu culto era na cidade de Mênfis.

Muitas vezes é confundida com Bastet, embora tenha outra conotação neste caso.

Sua imagem é uma mulher coberta por um véu e cabeça de leão. Muito temida no antigo Egíto, sendo ela o símbolo da punição de Rá.

Rá, o Deus-Sol enviou Sekhmet (um possível aspecto mau de Hathor) para destruir os humanos que conspiravam contra ele.

História

Possui força e coragem, e tem como missão proteger o deus Rá e o faraó.

Certa vez, Rá ordenou a Sekhmet que castigasse a humanidade por causa de sua desobediência. A deusa executou a tarefa com tamanha fúria que o deus Rá precisou embebedá-la com vinho, pela semelhança de sua cor com sangue, para que ela não acabasse exterminando toda a raça humana.

E uma das formas da deusa Hathor, que abraçou o deus Rá, absorvendo sua força, e sob a aparência de uma leoa desceu à terra para destruir a humanidade.

A Lenda

Conta-se que Rá cansou-se dos pecados dos homens então criou a deusa para punir aqueles que deviam ser punidos. No entanto Sekhmet não teve controle, portanto matou a sangue frio homens de bem e suas famílias. Desesperados, os seguidores de Rá pediram ajuda ao deus, mas esse não pode ajudar.

Então, os egípcios tiveram a idéia de fazer uma bebida da cor do sangue e embebedaram a deusa. Sendo assim ela adormeceu e pode ser recolhida por Rá.

Poderes

Ela é a patrona dos médicos e traz a cura para os males que ela própria disseminou pelo mundo.

Culto

Venerada nos santuários de Mênfis como esposa de Ptah.

Iconografia

Representada por uma mulher com cabeça de leoa.

Família

Seu marido era Ptah (posteriormente Ptah-Seker) e com ele o filho Nefertem.

Signo

As pessoas nascidas sob o signo de Sekhmet são ousadas e corajosas. Adoram enfrentar novos desafios, mas pecam pela falta de obstinação. Aliás, é comum iniciarem algum projeto animadamente e o abandonarem justamente quando ele começa a dar frutos, ou seja, quando deixa de representar um risco e se torna previsível. Isso também se aplica aos relacionamentos: a paixão é sua grande busca. Exuberantes, enérgicas, um tanto autoritárias, as pessoas de Sekhmet precisam aprender a arte da diplomacia e da tolerância. Também é importante que controlem a agressividade, pois essa característica pode assumir proporções extremas.

Magia em homenagem à Mãe Natureza

Como agardecer e reverenciar a Deusa


A Mãe Natureza é a maior reverenciada quando se trata de uma magia de bruxaria, pelo amor e respeito das Bruxas e Bruxos.

Não importa o tipo de magia está fazendo, se é para o amor ou saúde, enfim, toda magia tem o testemunho e proteção da Deusa que é a mãe natureza.

Os Elementos da Natureza são considerados manifestações da Deusa viva, eis os elementos:

A Terra é o seu corpo,

O Ar é o seu sopro,

O Fogo é seu Espírito,

A Água é o seu útero que gera vida.

Assim, ao pedir sua presença em rituais, terá o auxílo dos elementos e a proteção da Deusa.

Mas, sempre que puder, reverencie a Mãe Natureza acendendo uma vela e um incenso, e com os pés descalsos no chão (de preferêcia direto na terra).

Beba um copo de água e diga;

“Amadas Donzela, Mãe e Ansiã,

Todas juntas na Deusa Triplice,

Com seus poderes em,

Terra, Água, Ar e Fogo,

Proteje a vida com amor.

Sagrada Mãe Natureza,

Seja sempre a vida deste planeta,

Que assim seja!”

Com certeza ela te ouvirá!

E quando precisar, apenas a chame.

Mensagem - MESTRE SAINT GERMAIN

Presença Mágica

MENSAGENS DA BEM-AMADA PÓRTIA, DEUSA DA OPORTUNIDADE E DA JUSTIÇA

A Lei Divina, que procurais com esforço obedecer, não é um ajuste severo, um acúmulo de mandamentos ou ordens e tampouco, uma proibição disto ou daquilo.

Ela é o desenvolvimento natural apropriado para a cada ser, em particular, e não exige da pessoa pouco desenvolvida aquilo que um Ser altamente evoluído é capaz de realizar.

No entanto, cada homem deve viver e agir conforme seu conhecimento e o grau de adiantamento que possui.

Ele fará aquilo que considera ser sua obrigação – o certo, o Bem.

A Lei acompanha a evolução humana desde seu começo até sua conclusão.

As palavras terrenas são insuficientes para esclarecer os pormenores e a sutileza da Lei.

Entretanto, conforme sabeis (devido às várias experiências de vossas vidas anteriores), é importante observar a Lei Divina e deixá-la operar, cada vez mais, em vossa existência.

Todas as experiências e conhecimentos provam que a Lei deve ser obedecida, pois, do contrário, poderia haver um inevitável efeito retroativo e isso não somente se manifestaria no plano terráqueo como se estenderia à região do “lado de lá”, acompanhando o indivíduo nas encarnações futuras.

(Trecho do livro “Presença Mágica”, de Saint Germain)

História de Caldeirão

Os caldeirões têm sido muito utilizados na wicca e bruxaria para as mais diversas finalidades e desde a antiguidade até hoje continua sendo o principal instrumento em magia.

E o que torna um caldeirão uma ferramenta vital na wicca e bruxaria?


Bem, existem muitos papéis do caldeirão, como queimadores de incenso, como um poço de resistência ao fogo, como simbolo de elementos, útil para rituais e magias.

Na wicca um caldeirão simboliza o útero da Deusa e também pode representar o renascimento e purificação através do fogo e de seu vaso sagrado.

Na wicca celta o caldeirão representa a deusa Cerridwen.

Quase todos os caldeirões são feitos de ferro fundido, pois este material é altamente resistente ao fogo e não danifica as chamas, como outros materiais. O ferro fundido é também resistente e forte e, se devidamente mantidas limpas e secas após o uso não enferrujam tão facilmente como outros metais.

Caldeirões são excelentes para cozinhar em fogueiras ou lareiras e para cozinhar qualquer coisa desde sopas até a carne e o feijão.

Já quando utilizado em magia e rituais, não se cozinha alimentos e se reserva para queimar incensos, ervas e poções.

São excelentes ferramentas da Bruxa, pois você pode usar o fogo com segurança.

Caldeirões também são usados para vidência, uma vez preenchido com água.

Abaixo está um exemplo de ritual de vidência para realizar com seu caldeirão.

Exemplo de ritual para caldeirão e magia:

Encha seu caldeirão pela metade com água fresca potável ou de chuva.

Acrescente um punhado de pétalas brancas da flor que desejar.

Ao lado, acenda um incenso de sálvia (também usado para a proteção).

Mexer a água do caldeirão por três vezes, enquanto canta:

“Nas malhas do tempo eu coloco meus pensamentos,

Para um vislumbre do que será este momento!

Deusa d’água, pôr em minha mente,

O dom de profecia lindo, que mereço humildemente!”

Olhe bem dentro do caldeirão e espere por visões até a água parar.

Obs; não espere por assunto de sua opção neste método, mente limpa! Irá surgir o assunto que estiver necessitando saber no momento…

O caldeirão, como o espírito quinto elementar, simboliza a inspiração, o renascimento, iluminação e rejuvenesce.

Use seu caldeirão com fogo para lançar um Círculo.

Use as brumas de um caldeirão de ar para uma iniciação.

Use água e ferva o ódio, o preconceito e imagens negativas, com um caldeirão de água.

Use a terra no caldeirão em ritos de saúde e paz interior.

Magia para festejar Iemanjá

Iemanja é uma orrixá de origem africana, e no Brasil, tem grande popularidade entre os seguidores de religiões afro-brasileiras, e até por membros de religiões distintas.

Seu dia é comemorado em 2 de Fevereiro, e a maior festa do país em homenagem à “Rainha do Mar” é em Salvador.

Outra festa importante dedicada a Iemanjá ocorre durante a passagem de ano onde as pessoas fiéis querem estar próximas as águas do mar e pular as famosas “sete ondas” fazendo seus pedidos para o ano que entra.

Na Umbanda, é considerada a divindade do mar, além de ser a deusa padroeira dos náufragos, mãe de todas as cabeças humanas.

“Iemanjá, rainha do mar, é também conhecida por dona Janaína, Inaê, Princesa de Aiocá e Maria, no paralelismo com a religião católica. Aiocá é o reino das terras misteriosas da felicidade e da liberdade, imagem das terras natais da África, saudades dos dias livres na floresta”

Jorge Amado

Data: 2 de fevereiro.

Metal: prata e prateados.

Cor: prata transparente, azul, verde água e branco.

Sem recriminar ou ofender os fiéis em umbanda e candomblé, mas em comunhão com a Mãe Natureza, existe formas de festejar e agradecer Iemanjá sem depositar objetos, flores ou velas nas praias e nas águas.

Podemos retirar os restos de rituais das praias depois de realizados e evitar enviar objetos por águas, afinal Iemanjá vive das mesmas águas onde depositam seus presentes e que poluem este ambiente de sua morada.

Faça seu ritual para Iemanjá no dia 2 de fevereiro, e se não puder ir ao mar, traga ele até você…

Tenha em mãos uma foto ou imagem de Iemanjá, uma vela branca, um perfume seu, papel branco e lápis, e água do mar (e se não tiver, faça uma mistura de um copo d’água com uma colher de sopa de sal marinho que vende no mercado). Tenha uma panela ou seu caldeirão ao lado e uma pinça.

Escolha um local onde não será incomodado(a).

Sente-se com o material e tente relaxar ao máximo.

Faça em sua frente um mini altar, posicionando a Iemanjá, a vela, o copo de água do mar ou salgada, o perfume e seu papel onde já escreveu seus pedidos.

Quando estiver pronto(a), passe um pouco de seu perfume na vela, com movimento espiral. Acenda a vela com dois palitos de fósforo.

Faça uma oração que aprendeu quando criança e converse com Iemanjá, e em seguida leia seus pedidos para ela.

Quando feito isto, queime o papel dos pedidos na chama da vela , segurado pela pinça e jogue dentro do caldeirão ou panela para que queime totalmente.

Espere esfriar um pouco e jogue as cinzas dentro do copo com a água do mar e deixe o copo ao lado da Iemanjá até a vela terminar de queimar.

Quando a vela acabar de queimar, jogue a água do copo com as cinzas em água corrente (pia do banheiro ou tanque), e arrume o restante das coisas, pois nada mais se joga fora.

Pronto, Iemanjá cuida de tudo pra te ajudar!

Significado do Círculo Mágico

Antes das perseguições aos pagãos ocorridas na Inquisição, todos os rituais de Bruxaria eram realizados ao ar livre, na natureza, que é a morada dos Deuses.

Geralmente eram feitos em círculos feitos de pedras,semelhantes a Stonehenge (círculo de pedra), lugares estes de grande magnetismo e força.

Mas, quando começou a perseguição às bruxas, todos esses locais foram destruídos, e nossos ancestrais passaram a fazer seus rituais dentro de suas casas.

Desde então, o Círculo Mágico passou a ser utilizado pelas bruxas.

Por tradição, em qualquer ritual, é necessário traçar o círculo, para sacralizar a área que será utilizada de forma que esta se torne condigna dos Deuses e energias lançadas no ritual.

Ele é traçado no início de cada cerimônia e destraçado no final dela.

Traçando um círculo você estabelece uma ponte entre o mundo visível e o invisível, entre o mundo físico, e o dos Deuses, fazendo com que dentro do círculo devidamente traçado você fique além do tempo e do espaço, conectando você à outros mundos.

Além da proteção ele marca o início de um ritual, e geralmente é traçado percorrendo por três vezes consecutivas a área do ritual, com o Athame ou Bastão.

Em seguida os elementos da Natureza são convidados a compartilhar do ritual, bem como a Deusa e o Deus.

O Círculo Mágico é tido como o melhor meio de preservar e conter a energia criada durante um ritual, por isso é imprescindível em qualquer prática ritualística.

As Bruxas e os bruxos consideram que a terra é sagrada,pois a Deusa está presente em tudo, não havendo necessidade de sacralizar o lugar do ritual.

Sob esse ponto de vista, o Círculo é utilizado para concentrar a energia durante o ritual, e para impedir possíveis interferências de outras energias no andamento do mesmo.

De qualquer forma, o Círculo Mágico é uma proteção e uma bênção da Deusa para a realização de um ritual.

Magia de proteção ao melhor amigo!

Assim como para os gatos, nossos leitores pediram uma oração de proteção aos cães que tanto amamos.

Bênção de proteção para nossos Cães

“Diana, Deusa da Natureza na sua imensidão,

Guardiã de todos os cães, mansos ou não,

Envolve (… o nome do cão…) num abraço maternal,

Na saúde ou na doença,

E protege o meu bichinho de todo o mal.

Se um dia ele se perder ao passear

Ensina-lhe o caminho para casa voltar.

Abençoa (…o nome do cão…) com uma vida de felicidade

Livre de qualquer privação, sofrimento ou dificuldade.

Que assim seja, Assim será!”

Magia da Deusa

A Deusa muda de fase assim como a Lua, por isso do título de Deusa Triplice.

A Deusa é a Donzela, a Mãe e a Anciã.

Os elementos da natureza são considerados manifestações da Deusa viva;

A Terra é o seu corpo,

O Ar é o seu sopro,

O Fogo é o seu espírito,

A Água é o seu útero que gera a vida.

Na Lua Nova começa todo um ciclo de vida.

Na Lua Crescente ela é a Donzela;

É associada à adivinhação, aos ritos mágicos, à clarividência e aos encantamentos.

Na Lua Cheia ela é a Mãe;

E está ligada à fertilidade, a sexualidade, ao parto e as inovações.

Na Lua Minguante ela é a Anciã;

Ela representa então o renascimento, a transformação e a ligação com outros mundos.

Aprenda a viver cada fase da vida!

Os poderes da Deusa Inanna

Inanna era a deusa do amor, do erotismo, da fecundidade e da fertilidade, entre os antigos Sumérios, sendo associada ao planeta Vénus. Era especialmente cultuada em Ur, mas era alvo de culto em todas as cidades sumérias.

No ciclo da Deusa Inanna há a criação, a reprodução e a destruição.

Hoje pode ser visualizada como uma reunião da criação e a destruição, nos mostrando os aspectos bons e ruins da deusa.

Aventure-se na escuridão do seu poder, pois é só assim que alcançará o equilíbrio, a iluminação e a conclusão.

JORNADA AO SUB-MUNDO

Para realizar esta jornada você necessitará em primeiro lugar de um recinto fechado, de preferência chaveado para ter o máximo de privacidade.

Outros materiais:

1 vela branca (colocada à sua frente)

1 taça com água (à direita)

1 incenso (à sua escolha, pode ser colocado à esquerda).

1 espelho

Como a Deusa Inanna você escolheu fazer esta viagem ao sub-mundo, portanto é necessário tenha consigo 7 objetos para se desfazer, podem ser peças de roupa.

Crie um espaço sagrado no seu imaginário, sente-se ou fique em pé, em frente à vela e invoque com suas próprias palavras ou diga:

“Oh Inanna, Rainha do Céu e da Terra,

Que regenera os destinos à cada lua nova,

Me envolva com seu manto de sabedoria,

Me guie nesta viagem, que já lhe é tão conhecida,

Estou disposta(o) à descer ao sub-mundo

para compreender sua magia e mistérios,

pois estes conhecimentos são necessários

para a evolução de minha alma.

Deusa Inanna, poderosa rainha dos povos antigos

Abençoa-me na luz da sua consciência!”

Se quiser coloque música!

Quando estiver pronta(o), faça uma respiração profunda, desapegando-se de tudo. Feche os olhos.

Inspire e relaxe o corpo. Agora abra os olhos e se encare-se no espelho.

Lentamente comece a tirar sua roupa, dando a cada uma delas o nome de um elemento que é negativo em sua vida (inveja, ciúme, raiva,etc).

Diga adeus a estes elementos e deixe as vestes caírem ao chão.

Feito isso, sente-se em frente a vela.

Inspire e expire lentamente por três vezes, feche os olhos e sinalize então a entrada de uma caverna.

Você está diante dela e deve entrar. Lá dentro é seguro e você descerá bem fundo, até ver uma luz no fim deste túnel.

Entre sem medo e chame sua sombra. Qual é sua aparência? Como ela faz você sentir? O que ela tem para lhe dizer? Tente conversar com ela por um determinado tempo.

Se tiver medo quando encontrar este seu lado sombrio, continue respirando profundamente e reconheça o medo, ele está ali para ajudá-la(o).

Ser capaz de testemunhar todos os aspectos de nós mesmos, com ou sem medo, é o que nos leva à totalidade.

Agora é hora de voltar, portanto diga adeus à sua sombra e caminhe de volta ao túnel, sentindo-se energizada(o), revigorada(o).

Suba cada vez mais até chegar a entrada da caverna.

Respire fundo e, enquanto solta o ar, volte ao seu corpo.

Respire fundo mais uma vez e quando estiver pronta(o) abra os olhos.

Feliz Retorno!

Agradeça a presença da Deusa Inanna!

Lembre-se de que a respiração profunda faz toda diferença.

Se a vela ainda não terminou, deixe que queime até acabar.

Ser como ter a Deusa Tríplice! São as fases da Deusa Mãe e Mulher.

A Deusa em mim habita em suas três diferentes formas.

Quando a lua cresce no céu, sou Ártemis nos bosques.

Busco os caminhos virgens e neles mostro minha força em cada ramo.

Sou Ártemis quando busco os montes e anseio por novos rumos,

Quando repudio os limites e não existe o medo.

Sou Ártemis quando me lanço sem amparo do cume feito com todas as pedras que tentam ,

inúteis , bloquear meus atos deliciosamente insanos.

Assim sou Ártemis.

Quando no céu a lua e cheia sou Demeter de coração nos olhos.

Busco o amor imensurável e ofereço aquele que habita em meus infinitos braços.

Sou Demeter quando procuro meu filho em cada ser,

quando quero ser ave mãe e ninho em um só tempo.

Sou Demeter quando meu colo se torna morto e suplica dolorosamente ,

pelo lançar de ancoras de todas as embarcações.

Assim sou Demeter.

Quando a lua mingua, sou Hécate de toda a escuridão.

Busco a linguagem da alma e descubro ser eu mesma tudo aquilo que me ameaça.

Sou Hécate quando a solidão importa e quando fim torna-se causa e razão.

Sou Hécate quando penso na morte e encontro o que sou antes de tornar-me outra.

Assim sou Hécate.

E assim a Deusa habita em mim, e em suas três diferentes formas.