Magia Zen

Atração do Amor Universal Místico e Esotérico

Mestres em Alquimia.

A palavra Alquimia vem do árabe, Al-Khemy, que quer dizer “a química”.

Sua origem perde-se no tempo, apenas sabemos que existiram alquimistas na China milenar, bem como na Índia. Mas para nós ocidentais, o berço da alquimia é o Egito.

Denominada entre os adeptos como arte sagrada, ela resiste até nossos dias com pouca ou nenhuma modificação.

A tão falada Pedra Filosofal, capaz de transformas chumbo em ouro, foi apenas uma das ferramentas, pois na verdade, a principal matéria a se transmutar é o próprio alquimista.

À medida que se sucediam as etapas, o adepto à Pedra Filosofal, era conduzido e transformado em sua essência, atingindo um nível de consciência diferente dos demais.

Essa auto-transformação é que seria o verdadeiro “elixir da vida eterna”, pois ao atingir tal estágio o adepto se liberta das exigências da carne.

No último milênio da história humana, nomes muito célebres tem sido citados como adeptos ou simpatizantes das teorias alquímicas.

Parece ser da própria tradição da arte alquímica ocultarem-se os segredos através de artifícios de linguagem, desde Hermes Trismegisto, considerado o primeiro alquímico da história.

Para atingir seus objetivos, os alquimistas teriam à sua disposição dois caminhos:

A Via Seca e a Via Úmida. Como o próprio nome indica, a Via Seca é um processo através do qual o alquimista realiza seu trabalho em pouco tempo, porém de modo arriscadíssimo.

É importante deixar claro que esses métodos, sejam quais forem, são conhecidos apenas pelos adeptos da alquimia.

Embora o processo da Via Úmida seja tão desconhecido quanto o outro, sabe-se que envolve menos riscos, ocorrendo no máximo uma explosão em caso de fervura da Matéria Prima.

Mas essa Matéria Prima, por ser um segredo, sua natureza jamais será revelada.

O nome sugere que ela seja a base a partir da qual a Pedra Filosofal é obtida.

Prática de Meditação usada por Mestre Usui.

Esta meditação dura de 20 a 30 minutos, mas procure realiza-la em local calmo e em algum momento que não o pertubem.

” Sente-se de olhos fechados, de forma a se sentir bem confortável.

Junte as mãos na altura do coração.

Concentre sua atenção no encontro dos dois dedos do meio de suas mãos.

Esvazie sua mente; preste atenção somente na união de seus dois dedos médios.

Mantenha sua atenção concentrada neles. Se surgirem pensamentos, deixe-os entrar e sair.

Se, depois de uns minutos, você não conseguir manter suas mãos na altura de seu coração, coloque-as em seu colo e continue concentrado no encontro de seus dedos do meio.

Aos poucos, a mente esvazia e você sentirá grande calma e paz.”

Os indianos chamam esta técnica de “Gade Namasté“; que significa:

“Dou as boas vindas ao Divino dentro de mim.”

Sabedoria do Mestre!

O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de
sal em um copo d’água e bebesse.
“Qual é o gosto?” - perguntou o Mestre.
-”Ruim” - disse o aprendiz.
O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e
levasse a um lago. Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o
sal no lago. Então o velho disse:
Beba um pouco dessa água”.

Enquanto a água escorria do queixo do jovem, o Mestre perguntou:
-”Qual é o gosto?”
-”Bom!”disse o rapaz.
-”Você sente o gosto do sal?” perguntou o Mestre.
-”Não” disse o jovem.
O Mestre então, sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse:
“A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de
onde a colocamos.
Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o
sentido de tudo o que está a sua volta. É dar mais valor ao que você
tem do que ao que você perdeu. Em outras palavras:
É deixar de Ser copo para tornar-se um Lago.”

Pensem sobre isso.