Magia Zen

Atração do Amor Universal Místico e Esotérico

Magia de Proteção da Bruxa Europeia

A magia de Proteção de uma Bruxa vem de uma tradição europeia, e tem um valor muito forte, pois invoca-se os quatro elementos da natureza, Terra, Água, Ar e Fogo.

Você pode montar um ritual simples, apenas utilizando uma vela, um incenso, um cálice com água e uma flor de sua preferência… ou aprimorar conforme sua necessidade.

Após montar seu ritual, em um lugar tranquilo, diga este poema:

Aos 4 Poderes!

Poderes do Sul, o ar, o vento e céu

Oriente a Águia e seu olhar

E com sua sabedoria e conhecimento

Faça o caminho certo para ela me guiar…

Poderes do Oeste, dos rios e mares

Comandem a minha limpeza astral

Concedendo mudanças e crescimento

E me livrando de todo mal…

Poderes do Norte, do chão e da Terra

Empresta-me sua força e estabilidade

Para praticar a arte com amor

Ser livre e ter responsabilidade…

Poderes do Leste, da brasa e do fogo

Ilumine toda maldade das sombras

Aqueça o coração do inimigo

Me proteja pela frente e por traz!!!

Que Assim Seja!

Que Assim Se Faça!

Pelo Ar, Água, Terra e Fogo!

Que Abençoem a todos!

Assim você abençoará sua passagem através dos séculos

Para o livre arbítrio de todos, e sem prejudicar ninguém

Ritual do Mar

Deixa as ondas te levar as energias que não quer em você

Um belo ritual das Bruxas Européias


Este ritual é originário da Escandinávia, onde os Bruxos e as Bruxas praticavam para prevenir e mesmo afastar energias negativas.

Depois espalhou-se por toda Europa, e os bruxos italianos até hoje dão muito valor a pratica deste ritual.

Tenha num bolso ou numa bolsinha tira-colo um pedaço de ferro e uma pedrinha que catou na praia mesmo.

Use roupas brancas e soltas.

Neste ritual você precisa estar na praia e entrar na água do mar, mesmo que for na beirada se você tiver medo do mar.

Umedeça suas mãos na água do mar, passe no rosto e na nuca, respire profundamente.

Entre lentamente nas águas do mar, e para os atrevidos, não é necessário que a água passe da cintura.

Use uma grinalda de rosas vermelhas, mas pode ser opicional.

Segure a pedra na mão direita e o ferro na esquerda.

Cruze os braços em frente ao peito, encostando os punhos nos ombros.

Feche seus olhos e sinta sua percepção das ondas em balanço e o som do mar.

Respire profundamente.

Abra os olhos e veja a imensidão de energia natural e pura que está entrando em você.

Em seu interior a energia positiva se alastra.

Se estiver de grinalda, deposite-a nas águas e dedique a Deusa do Mar.

Vire-se, e atire a pedra de volta o mais forte que puder por cima de sua cabeça.

Com cuidado para não deixar cair, levante a mão esquerda e mostre o ferro ao horizonte, mas saia com ele na mão.

Retornar lentamente a areia da praia com uma respiração pausada e profunda.

A pedra e o ferro absorvem toda energia negativa de dentro de nós e os benefícios da força do mar levam as energias ruins para bem longe.

É importante na hora de arremessar, lembrar do poder do mar e focar com determinação a saída das energias negativas de dentro de você.

Leve o ferro e enterre num vaso de sua casa.

Diariamente sua Devoção à Deusa:

Esta é uma oração de origem européia que era praticada diariamente por Bruxas e Pagãos, no século passado, e hoje é conhecida tanto na Europa quanto nas Américas.

Oração das Bruxas

Eu sou da Deusa

E ela está dentro de mim.

De baixo de mim surge a energia de toda a Terra,

A minha base e a minha Casa.

Por cima de mim se derrama,

A luz do Sol e da Lua encantadora.

Na minha mão direita minha Deusa,

Me dá a força para controlar e dirigir a magia,

Que está escondida no fundo de minha alma.

Na minha mão esquerda minha Deusa,

Me dá as habilidades de sua energia divina,

Para que eu possa curar com a sabedoria do tempo.

Pois a Deusa é a fonte de bênção.

Que assim seja e sempre será.

“Que possamos viver em paz, sem chorar.

Que a alegria nos rodeie a vida sem cessar.

E que o nosso amor, encha o mundo,

batendo as asas dos anjos com ternura. “

Magia de Rosemary para a Mente

Planta muito usada pelas bruxas de todos os tempos.

Conhecida por sua ação e por seus resultados, e mesmo sendo uma espécie delicada de ser cultivada, é uma das plantas mais queridas pelas bruxas.

Excelente para a concentração, foco, sono, juventude, amor, proteção, banimento, purificação e poderes mentais.

Origens da bruxaria:

Rosemary foi associado ao amor, amizade e lembrança na época medieval, portanto, era utilizada para a memória.

Era usada em casamentos como um símbolo do amor, e era jogada em valas para significar que o morto seria sempre lembrado.

Tente usar como um incenso também, pois foi eficaz nas curas quando eram queimados na fase que a Lua estava em Júpiter.

Usado em bruxaria hoje para:

Auxiliar nos estudos, memória de trabalho, vigor juvenil, usado para atrair as fadas, no amor, para luxúria, limpeza e exorcismo.

Misture duas gotas de capim-cheiroso (para acalmar os nervos) e 1 gota de óleo de rosemary (para a concentração), antes de um exame e ungir-se ao redor da garganta, e sempre com o dedo da mão que escreve!

Crescimento: Perene

Naturalmente cresce em: França, Espanha, Portugal, Tunísia

Planeta: Sol

Gênero: masculino

Dia da semana: domingo ou sábado para banir

Propriedades terapêuticas: analgésicos, anti-séptico, anti-espasmódico, adstringente, carminativo, digestivo, diurético, hepática, estimulante, tônico.

A versão nossa é o alecrim, com os mesmos potenciais em magia.

Quem são os Ciganos…?

A Magia Cigana

Ciganos são Ciganos…

Nascem assim e são assim os ciganos, não importa se são do Oriente, da Europá, daqui ou dali, eles são do sol, das estradas, das terras, das estrelas e das luas.

Ser cigano é ser cigano, de sangue, de coração, de alma e de corpo, de pensamento, de sentimento, de simpatização.

Cigano interpreta a mãe natureza, a força do vento quando anuncia a esperança do amanhã.

O importante é sentir a vida acontecer de dentro para fora de seu ser.

Homens ajudam homens…

Ciganos ajudam ciganos…

Transluzir em magnetismo e saber ler os olhos, só os Ciganos sabem fazer e assim os sinais demonstram a hora creta de pegar a estrada, a hora certa de parar, a hora certa de calar.

A tchèra (tenda ou lar) dos Ciganos está sempre aberta, não há portas, signos demonstram o respeito do direito que todos tem por um espaço chamado liberdade de escolher o que abraçou para extravasar a essência do que reside dentro da alma.

Dançar, expressar-se, cantar… é ser Cigano!

Ciganos nascem assim, assim os ciganos são… Optcha!

A vida de cigano tem alegria, tem respeito ao próximo, tem riqueza no visual, tem comunhão com a mãe terra, mas tem o principal… Muito amor e paz.

No fundo, o que o mundo está precisando é de mais ciganos e sua cultura.

O significado da Simpatia

Simpatia é uma forma de magia ou feitiçaria básica, extremamente ligada ao povo, normalmente de origem campesina e geração empírica.

As simpatias são formadas da mesma substância da superstição e está intimamente ligada a esta.

A falta de explicação científica para determinadas capacidades de estratos ou infusões de épocas passadas dava a importância focada da simpatia.

Como não havia o conhecimento das propriedades químicas ativas nos mesmos era simplesmente aceito o fato de que aquela planta era “boa” para isso ou aquilo.

O termo deriva de “simpático”, no sentido de “semelhante”, e baseia-se na idéia primitiva de causa/conseqüência não necessariamente interligadas de forma racional.

Ou seja, se um fato A antecedeu um fato B então A torna-se a causa de B, mesmo que não haja qualquer conexão entre A e B. Por exemplo, se uma pessoa entrava em um bosque com o sol a pino e sofria um acidente e isso ocorresse mais de uma vez, surgia a superstição de que era perigoso entrar naquele bosque com o sol a pino.

Mas se algumas pessoas entravam no bosque com o sol a pino e por acaso estavam utilizando uma peça de roupa vermelha, surgia a simpatia de colocar um pano ou outra peça vermelha nas pessoas que teriam de entrar no bosque naquela hora, isso com o propósito de proteção.

A simpatia é usada por “bruxas” “ciganos”e principalmente por “jovens”. Os jovens costumam fazer simpatias para aranjar namorado(a),afastar males etc…

Ex 1; Para trazer amor de volta… pegue uma vela escreve o nome dele duas vezes nela, depois dizer “vamos ficar juntos,pelo poder da terra, do céu e do mar vamos ficar juntos.

Ex 2; Simpatia para ser correspondida (o) no amor. Numa sexta-feira de Lua Crescente, após as 21:00 horas, despetale uma rosa vermelha e escreva em cada pétala, com um espinho de rosa, o nome da pessoa amada. Após isso, atire as pétalas em água corrente e espere o resultado.

É mais uma das crenças que existe entre os humanos desde sempre e com os mesmos créditos até hoje, apesar de tanta evolução, eis a questão!

Nossa Senhora de Guadalupe

Também chamada deVirgem de Guadalupe, é um culto mariano originário do México.

É considerada pelos católicos a Patrona da Cidade do México (1737), do México (1895), da América Latina (1945) e Imperatriz da América (2000).

Sua origem está na aparição da Virgem Maria a um pobre índio da tribo Nahua, Juan Diego Cuauhtlatoatzin, em Tepeyac, noroeste da Cidade do México, em 9 de Dezembro de 1531.

Pelos relatos, uma “Senhora do Céu” apareceu a Juan Diego, identificou-se como a mãe do verdadeiro Deus, fez crescer flores numa colina semi-desértica em pleno inverno, as quais Juan Diego devia levar ao bispo, que exigira alguma prova de que efetivamente a Virgem havia aparecido.

Juan foi instruído por ela a dizer ao Bispo que construísse um templo no lugar, e deixou sua própria imagem impressa milagrosamente em seu Tilma, em um tecido supostamente de pouca qualidade (feito a partir do cacto), que deveria se deteriorar em 20 anos mas que não mostra sinais de deteriorização até ao presente.

Porém substâncias químicas usadas nas tintas foram identificadas e o tecido não é o ayate, mas uma mistura de cânhamo e linho, que resistem ao tempo.

Em ampliações da face de Nossa senhora, os seus olhos, na imagem gravada, parecem refletir o que estava à Sua frente em 1531 – Juan Diego, e o bispo.

Porém, alguns acreditam que isto pode ser explicado pelo fenômeno da pareidolia.

O assunto tem sido objeto de inúmeras investigações científicas.

É venerada no Santuário de Nossa Senhora de Guadalupe e a sua festa é celebrada em 12 de Dezembro.

Carta à Virgem de Guadalupe:

“Graciosa Virgem de Guadalupe, eu peço em nome de todos meus irmãos em todo o mundo que nos abençoe e nos proteja.

Dai-nos a prova de seu amor e bondade e receba as nossas preces e orações.

Ó, Virgem pura de Guadalupe!

Dá-me o perdão do seu filho por meus pecados, a bênção para o meu trabalho, cura minha doença, supre minhas necessidades e abençoa minha família.

Santa Mãe de Deus, não desprezeis nossas súplicas e pedidos que lhe fazemos.”

A ORIGEM DO PRESÉPIO

Presépio no latim significa “local onde se recolhe o gado”, e é uma representação espiritual da cena do nascimento de Jesus, com a presença dos animais de estábulo, pastores, anjos e Reis magos.

Atribui-se a S. Francisco de Assis, no século XIII, a idéia de encenar o nascimento de Jesus, tal qual este se deu numa gruta em Belém.

Em 1223, numa gruta da cidade italiana de Greccio, São Francisco levou uma vaca e um burro e onde mandou instalar uma manjedoura, cheia de feno, para festejar a vinda do Filho de Deus à terra com as mesmas condições que rodearam o seu nascimento: pobreza, simplicidade, humildade, encanto e fraternidade de Deus com os homens.

A sua intenção era dar um sentido de atualidade à Natividade e reviver a Eucaristia, trazer de novo o Evangelho para o espaço natural de vida dos homens. O presépio de S. Francisco não tinha, por isso, a figura de Jesus que era representado pela hóstia.

Depois desta pioneira representação da descida de Deus à humanidade, outros presépios, já com figuras, começam a surgir noutros conventos na Itália, e estende-se depois pela Europa.

O grande desenvolvimento desta tradição, porém, dá-se sobretudo com as contratações de artistas para a construção de presépios pelos Reis D. João II, D. Manuel I, D. João III e, mais tarde, D. João V, assim, surgem presépios muito famosos como o da Basílica da Estrela e de S. Vicente, em Lisboa, da autoria do escultor Machado de Castro, o do Convento de Mafra, o dos Marqueses de Borba e vários presépios eborenses, entre os quais os dos Conventos do Paraíso, de Santa Clara e de S. Bento de Cástris.
O presépio entranha-se assim definitivamente na cultura portuguesa, entre os séculos XVII e XVIII, e aos poucos ganhou o mundo juntamente com os outros símbolos natalinos.

A tradição ganhou também uma superstição onde diz que nos lares recém formados, a partir da montagem do primeiro presépio, o ideal é montar por sete anos consecutivos, garantindo a presença de prosperidade ao lar.

Assim como com todos os símbolos de Natal, monte seu presépio com muito amor, com auxílio da família, e com os sentimentos mais fraternos. É seu momento de reforçar o amor e a união da família que durante o ano, na rotina da correria, se desgasta.

E no Natal os votos são de:

Paz, saúde, harmonia, dinheiro e amor para nossa família (representada pelo presépio).

Magia da Árvore de Yule (Árvore de Natal)

A árvore de inverno é um costume essencialmente pagão que já dura à séculos. Sempre presente entre os povos antigos que, mesmo após o advento do cristianismo, o costume permaneceu: no hemisfério norte, o Natal é no inverno (dezembro), e a árvore faz parte de todas as tradições natalinas.

Dentro da Tradição Celta, celebra-se o sabbat Yule. Ele marca exatamente o retorno do sol, da luz.

A Deusa que em Samhain era Anciã, retorna como Mãe, trazendo em seu ventre, o Deus, a Criança da Promessa.

O retorno da Deusa, o nascimento do Deus e o retorno da luz são os pontos focais deste Solstício.

Os festejos do Natal Cristão foram inspirados em Yule, que no hemisfério norte se dá por volta de vinte ou vinte e um de dezembro.

As cores verde, vermelha e dourado e a árvore de natal (o pinheiro era associado à Deusa) são alguns exemplos dos símbolos desta festividade pagã que foram absorvidos pela data Cristã.

A comemoração do nascimento de Jesus foi fixada em dezembro a partir de 320 d. C., devido à semelhança da essência do Solstício de Inverno com o nascimento da criança.

Além dos Celtas e dos Cristãos, outras Tradições já celebravam o nascimento da Criança da Promessa no Solstício de Inverno (hemisfério norte).

O Solstício de Inverno é um período de esperança, pois junto com a Criança da Promessa, que traz calor e fertilidade para a terra e para a nossa vida, e assim renascem as nossas esperanças.

Yule, é um momento para nos conectarmos com nossa criança interior, de nos rejuvenescermos trazendo a luz e a alegria para os nossos corações.

Montar e enfeitar uma árvore é uma forma singela de homenagear os elementos e pedir sua proteção. Trata-se de uma representação de todas as árvores sendo honradas por você e sua família.

Em castiçais que protegem as velas (tipo um copo), rodeie a árvore de natal com velas numa distância considerável para não correr riscos de incêndio.

Na noite do solstício de inverno (hemisfério norte) ou na nossa noite de natal, acenda todas as velas que você colocou na árvore, fazendo um pedido para cada uma acesa.

Cante e dance em volta da árvore, festejando e honrando os espíritos da Natureza e os deuses: a Deusa que é Mãe e o deus que é a Criança da Promessa renascida nesse dia.

Deixe as velas queimarem até acabar!

Dica: use velas pequenas, aquelas do tipo rodinha, assim terminam rápido!

Boas Festas!

Significado do Halloween.

O Dia das Bruxas (Halloween é o nome original na língua inglesa) é um evento tradicional e cultural, que ocorre nos países anglo-saxónicos, com especial relevância nos Estados Unidos, Canadá, Irlanda eReino Unido, tendo como base e origem as celebrações dos antigos povos celtas.

A origem do halloween remonta às tradições dos povos que habitaram a Gália e as ilhas da Grã-Bretanhaentre os anos 600 a.C. e 800 d.C., embora com marcadas diferenças em relação às atuais abóboras ou da famosa frase “Gostosuras ou travessuras”, exportada pelos Estados Unidos, que popularizaram a comemoração. Originalmente, o halloween não tinha relação com bruxas. Era um festival do calendário celta da Irlanda, o festival de Samhain, celebrado entre 30 de outubro e 2 de novembro e marcava o fim do verão(samhain significa literalmente “fim do verão” na língua celta).

A celebração do Halloween tem duas origens que no transcurso da História foram se misturando:

Origem Pagã:

A origem pagã tem a ver com a celebração celta chamada Samhain, que tinha como objetivo dar culto aos mortos. A invasão das Ilhas Britânicas pelos Romanos (46 A.C.) acabou mesclando a cultura latina com a celta, sendo que esta última acabou minguando com o tempo. Em fins do século II, com a evangelização desses territórios, a religião dos Celtas, chamada druidismo, já tinha desaparecido na maioria das comunidades. Pouco sabemos sobre a religião dos druidas, pois não se escreveu nada sobre ela: tudo era transmitido oralmente de geração para geração. Sabe-se que as festividades do Samhain eram celebradas muito possivelmente entre os dias 5 e 7 de novembro (a meio caminho entre o equinócio de verão e o solstício de inverno). Eram precedidas por uma série de festejos que duravam uma semana, e davam início ao ano novo celta. A “festa dos mortos” era uma das suas datas mais importantes, pois celebrava o que para nós seriam “o céu e a terra” (conceitos que só chegaram com o cristianismo). Para os celtas, o lugar dos mortos era um lugar de felicidade perfeita, onde não haveria fome nem dor. A festa era celebrava com ritos presididos pelos sacerdotes druidas, que atuavam como “médiuns” entre as pessoas e os seus antepassados. Dizia-se também que os espíritos dos mortos voltavam nessa data para visitar seus antigos lares e guiar os seus familiares rumo ao outro mundo.

Origem Cristã:

Desde o século IV a Igreja da Síria consagrava um dia para festejar “Todos os Mártires”. Três séculos mais tarde o Papa Bonifácio IV († 615) transformou um templo romano dedicado a todos os deuses (panteão) num templo cristão e o dedicou a “Todos os Santos”, a todos os que nos precederam na fé. A festa em honra de Todos os Santos, inicialmente era celebrada no dia 13 de maio, mas o Papa Gregório III(† 741) mudou a data para 1º de novembro, que era o dia da dedicação da capela de Todos os Santos na Basílica de São Pedro, em Roma. Mais tarde, no ano de 840, o Papa Gregório IV ordenou que a festa de Todos os Santos fosse celebrada universalmente. Como festa grande, esta também ganhou a sua celebração vespertina ou vigília, que prepara a festa no dia anterior (31 de outubro). Na tradução para o inglês, essa vigília era chamada All Hallow’s Eve (Vigília de Todos os Santos), passando depois pelas formas All Hallowed Eve e “All Hallow Een” até chegar à palavra atual “Halloween”.
Fonte: wikipedia.org