Magia Zen

Atração do Amor Universal Místico e Esotérico

Uma Síntese da Magia e Wicca

Tradição Pagã

Síntese da Bruxa


Wicca é uma religião baseada na natureza, um desdobramento moderno das tradições pagãs pré-cristãs da Europa.

Existe um Deus e a Deusa, embora não haja Bíblia e nenhuma autoridade central que rege, a religião não reivindica nenhum dogma.

Porém, só se considera um wiccano se obedecer a Lei;

“Sem prejudicar ninguém, faça o que quiser.”

WICCA às vezes chamado de feitiçaria, ou A Velha Religião, representa uma antiga religião de amor à vida e à natureza.

A Wicca é simplesmente uma das religiões mais irresistíveis do mundo, porque ela estimula o intelecto, promove uma maneira simples e prática de vida e, o mais importante, é emocionalmente gratificante.

Wicca celebra os sabás, que marcam as estações do ano.

A bruxa ou bruxo, no coven ou sozinho, usa magia e ervas para direcionar o tempo e a matéria, a fim de alcançar a satisfação psíquica e espiritual.

Bruxas não adoram o diabo!

Bruxaria existiu bem antes ao Cristianismo e não incorpora a crença no Diabo cristão.

Nos últimos 15 anos as crenças em feitiçaria têm evoluído na teoria e na prática.

Os estudos aprofundaram em astrologia, tarô e runas, ervas e pedras, e numerologia.

Reverenciar a natureza e o mundo em que vivemos é a maior prioridade na vida.

Os sábios em magia utilizam o mês lunar, os aspectos dos Esbats e Sabás com muito respeito.

A magia é unida a sabedoria, a visão do mundo moderno e resgates do antigo, a filosofia de vida e no caminho do amor incondicional.

Nossa inteligência nos dá uma responsabilidade única em relação a nosso meio ambiente, pois buscamos viver em harmonia com a Natureza, em cumprimento do equilíbrio ecológico dentro de um conceito evolucionário.

Reconhecendo que há mais de um caminho para a iluminação espiritual e que a Wicca é apenas um de muitos, não abordamos ninguém tentando converter para ser um bruxo e respeitamos todas as formas de religiões.

Em tempos pré-históricos, pessoas respeitavam as grandes forças da Natureza e comemoravam os ciclos das estações e da lua.

As divindades eram o sol, a lua e a própria Terra, as energias criativas do universo eram personificadas: os princípios feminino e masculino eram deusas e deuses.

Não existiam figuras semi-abstratas ou sobre-humanas.

Existiam mulheres e homens, a terra e o céu, plantas e animais, pedras e rochas, rios e mares…

Acreditava-se em espíritos da natureza, inteligências biológicas e muitas vezes poderosos e aliados aos humanos.

Aliados porque como eram respeitados atendiam chamados em rituais e trabalhos de magia.

Até hoje, os elementos da natureza, são vistos como Terra, Ar, Fogo, Água e Espírito, sendo formas científicas da matéria; sólido, líquido, gás e plasma unidos pelo espírito e simbolizados em magia pelo pentagrama.

Todos são necessários e devem estar em equilíbrio, pois são os alicerces da criação e da base da própria vida.

A Terra é a essência da fertilidade e da solidariedade, que alimenta, que liga e dá forma.

O Ar é a essência da inteligência.

O Fogo é a essência da força e da defesa, que anima e ativa.

A Água é a essência das emoções e da fecundidade fazendo coisas maleáveis e flexíveis.

As representações físicas destes elementos são simplesmente as suas formas brutas no mundo material.

De forma celestial, enviados por seres divinos veio uma hierarquia de espíritos chamados Elementais.

A tarefa foi a de governar os elementais dos quatro elementos.

Então os Gnomos vieram para governar a Terra, os Sílfos para controlar o Ar. As Salamandras para comandar o Fogo e as Ondinas para prevalecer sobre a Água.

Os elementos e elementais são atribuídos aos quatro pontos cardeais de um círculo sob os olhos vigilantes dos Guardiões, que estão próximos da fila na hierarquia do mundo espiritual.

Assim, a Terra e gnomos são atribuídos ao Norte, o Ar com os Sílfos para o Sul, o Fogo com as Salamandras ao Leste e a Água com as Ondinas para o Oeste.

Terra:

A Deusa da Lua, o planeta Marte, os signos do zodíaco de Touro, Virgem e Capricórnio, a estação do outono.

É o elemento da estabilidade, ordem e aterramento, da fertilidade e gravidez, nascimento e crescimento, do material e negócios, prosperidade e criatividade.

Como o elemento de onde viemos e para onde voltaremos, é o elemento da morte e renascimento, do começo e fins, e do silêncio.

Ar:

O Deus do Sol, o planeta Vênus, os signos do zodíaco de Gêmeos, Libra e Aquário,a estação da primavera.

É o elemento do intelecto, do estudo, de rever e aprender,e portanto, das ciências.

É o elemento da juventude, da criatividade, da espontaneidade, da comunicação e das viagens.

Fogo:

O Deus do Sol, o planeta Mercúrio, os signos do zodíaco de Áries, Leão e Sagitário, a estação do verão.

É o elemento da resistência, da força física, da força de vontade e da energia.

É o elemento da paixão, da coragem, da proteção, da purificação, da transformação, do caos e da destruição, da vida e saúde, do sexo.

Água:

A Deusa da Lua, o planeta Júpiter, os signos do zodíaco de Câncer, Escorpião e Peixes, a estação do inverno.

É o elemento da sabedoria, da clareza, do senso comum, da experiência vivida, da intuição, emoção, adivinhação e do relacionamento.

É o elemento da cura, dos aspectos de transformação e purificação, mas também representa a morte e o renascimento.

Espírito:

Espírito é o elemento de transcendência,da transformação, da mudança.

Está em todo lugar e em nenhum lugar.

Em todo tempo e em tempo nenhum.

É a força primordial que flui através de todos nós e todas as coisas.

Bruxaria é a mesma coisa que Wicca?

“Bruxaria Tradicional” não é Wicca.

Bruxaria e Wicca  são dois caminhos distintos e separados.

Bruxaria Tradicional tem existido por muitas centenas de anos antes da Wicca.

Bruxaria Tradicional é uma tradição de família que vêm de um passado histórico comum.

A Bruxa Tradicional segue uma tradição familiar que é o reflexo desse passado, enquanto que em cada época, as práticas individuais podem ser alteradas e modificadas a gosto pessoal.

No entanto, estas alterações e modificações são feitas dentro de princípios básicos, tradições e costumes.

Agora, a Wicca vai muito além das tradições da “Antiga Religião”.

A Wicca é uma religião mais atual que foi fundada na década de1950 por Gerald Gardner.

Ele capturou conceitos e práticas externas para formar a sua marca, nova e exclusiva de bruxaria.

Muitos desses acréscimos nunca haviam sido parte de qualquer tradição de feitiçaria.

Wicca, é formada por tradições ocidentais populares européias, filosofia oriental e misticismo da cabala.

Embora Wicca basear-se mais em atividades mágicas em seu início, desde então tem desenvolvido mais de um movimento espiritual da Nova Era.

Como um movimento, Wicca pode ser vista como um sistema eclético de crenças com um ritual estático subjacente e uma mudança de base ética.

A Wicca é principalmente uma religião organizada.

É uma abordagem à espiritualidade que enfatiza um conjunto de princípios doutrinais e práticas promulgada por uma forma estruturada de ritual de iniciação ou rito de passagem dentro das leis do “clã” ou congregação.

Bruxaria não é uma religião, é uma prática espiritual.

Bruxaria Tradicional é um modo de ser, baseado nos costumes de “Velhos Caminhos” e mantém uma adesão às idéias antigas de auto-iniciação e prática solitária.

A Bruxa é uma praticante de um estilo de vida pagã, mas de caminhos ( tradições ) que as bruxas individuais seguem frequentemente e amplamente.

A Bruxa Tradicional vai seguir os princípios e crenças da filosofia pagã, mas não com qualquer conjunto de dogmas paroquiais.

Seu caminho solitário é uma herança confiável onde com sua própria experiência desenvolve seus talentos recebidos e bem orientados.

A bruxaria é uma considerada religião, no entanto, sua classificação é mais um rótulo ao invés de uma definição de bruxaria com uma abordagem para a espiritualidade da congregação.

Os Wiccanos muitas vezes erradamente se referem a si mesmos como bruxos, porém, não se sabe se por ignorar as diferenças ou porque preferem do que dizer ser Wicca.

O mais importante, além de se definir, é praticar seja qual for sua religião com amor, respeitando o próximo e a vontade alheia.

Significado do Halloween.

O Dia das Bruxas (Halloween é o nome original na língua inglesa) é um evento tradicional e cultural, que ocorre nos países anglo-saxónicos, com especial relevância nos Estados Unidos, Canadá, Irlanda eReino Unido, tendo como base e origem as celebrações dos antigos povos celtas.

A origem do halloween remonta às tradições dos povos que habitaram a Gália e as ilhas da Grã-Bretanhaentre os anos 600 a.C. e 800 d.C., embora com marcadas diferenças em relação às atuais abóboras ou da famosa frase “Gostosuras ou travessuras”, exportada pelos Estados Unidos, que popularizaram a comemoração. Originalmente, o halloween não tinha relação com bruxas. Era um festival do calendário celta da Irlanda, o festival de Samhain, celebrado entre 30 de outubro e 2 de novembro e marcava o fim do verão(samhain significa literalmente “fim do verão” na língua celta).

A celebração do Halloween tem duas origens que no transcurso da História foram se misturando:

Origem Pagã:

A origem pagã tem a ver com a celebração celta chamada Samhain, que tinha como objetivo dar culto aos mortos. A invasão das Ilhas Britânicas pelos Romanos (46 A.C.) acabou mesclando a cultura latina com a celta, sendo que esta última acabou minguando com o tempo. Em fins do século II, com a evangelização desses territórios, a religião dos Celtas, chamada druidismo, já tinha desaparecido na maioria das comunidades. Pouco sabemos sobre a religião dos druidas, pois não se escreveu nada sobre ela: tudo era transmitido oralmente de geração para geração. Sabe-se que as festividades do Samhain eram celebradas muito possivelmente entre os dias 5 e 7 de novembro (a meio caminho entre o equinócio de verão e o solstício de inverno). Eram precedidas por uma série de festejos que duravam uma semana, e davam início ao ano novo celta. A “festa dos mortos” era uma das suas datas mais importantes, pois celebrava o que para nós seriam “o céu e a terra” (conceitos que só chegaram com o cristianismo). Para os celtas, o lugar dos mortos era um lugar de felicidade perfeita, onde não haveria fome nem dor. A festa era celebrava com ritos presididos pelos sacerdotes druidas, que atuavam como “médiuns” entre as pessoas e os seus antepassados. Dizia-se também que os espíritos dos mortos voltavam nessa data para visitar seus antigos lares e guiar os seus familiares rumo ao outro mundo.

Origem Cristã:

Desde o século IV a Igreja da Síria consagrava um dia para festejar “Todos os Mártires”. Três séculos mais tarde o Papa Bonifácio IV († 615) transformou um templo romano dedicado a todos os deuses (panteão) num templo cristão e o dedicou a “Todos os Santos”, a todos os que nos precederam na fé. A festa em honra de Todos os Santos, inicialmente era celebrada no dia 13 de maio, mas o Papa Gregório III(† 741) mudou a data para 1º de novembro, que era o dia da dedicação da capela de Todos os Santos na Basílica de São Pedro, em Roma. Mais tarde, no ano de 840, o Papa Gregório IV ordenou que a festa de Todos os Santos fosse celebrada universalmente. Como festa grande, esta também ganhou a sua celebração vespertina ou vigília, que prepara a festa no dia anterior (31 de outubro). Na tradução para o inglês, essa vigília era chamada All Hallow’s Eve (Vigília de Todos os Santos), passando depois pelas formas All Hallowed Eve e “All Hallow Een” até chegar à palavra atual “Halloween”.
Fonte: wikipedia.org

Magia do PAGANISMO.

A palavra pagão vem do latim “paganus”, que quer dizer:
“aquele que vive no campo”, ou “aquele que vive do campo”.

Antigamente esta palavra tinha um sentido denotado e causava negatividade devido a ignorância de seu significado.

Chamamos de povos pagãos, aqueles que na antiguidade tinham nos campos e plantações, seus sustentos.

Assim, a terra era sagrada! Toda cultura e religião giravam em torno da natureza: a época das colheitas, as estações, os solstícios,etc.

Muitos dos povos pagãos eram politeístas, atribuindo aos Deuses faces da natureza com que conviviam.

Assim havia o Deus sol, a Deusa lua, o Deus da caça, a Deusa da fertilidade…

Foram pagãos os povos: gregos, romanos, e celtas.

Os celtas como exemplo: antes de ser influenciados pelo cristianismo, sua cultura era matriarcal. As cerimônias eram conduzidas por sacerdotisas, a medicina era praticada pelas curandeiras, as decisões tomadas pelas sonhadoras, e o Deus, não passava do consorte da Deusa, a grande Mãe.

Como religião, o paganismo busca o equilíbrio entre o masculino e feminino, tanto no exterior, como dentro de cada indivíduo.

Suas seitas em homenagem aos deuses das plantações viraram lendas, os espantalhos eram para representar os Deuses cultuados, e se transformaram em figuras para espantar pássaros, o leite derramado em gratidão a fertilidade da terra, virou animal e ainda assim como sacrifício.

Como em tudo na vida, é mais fácil enxergar o que se quer ver!

O povo pagão tem todos defeitos e todas qualidades como todos os povos já existentes. Somente eram mais saudáveis na forma de viver.

A história da Páscoa é o coração do Cristianismo.

Páscoa comemora a ressurreição de Jesus Cristo. É a festa cristã mais importante, e comemora-se com a maior alegria.

Igrejas ficam cheias de flores, e existem hinos e canções. Mas nem todos os costumes são cristãs da Páscoa, alguns, como o Coelhinho da Páscoa, são de origem pagã.

Na Sexta-feira Santa, Jesus Cristo foi executada pela crucificação. Seu corpo foi levado para baixo da cruz, e enterrado em uma caverna.

O túmulo foi guardado e uma enorme pedra foi colocada sobre a entrada, de modo que ninguém poderia roubar o corpo.

No domingo seguinte, algumas mulheres visitaram o túmulo e descobriram que a pedra tinha sido movida, e que o túmulo estava vazio.

O próprio Jesus foi visto naquele dia, e por dias depois por muitas pessoas. Seus seguidores perceberam que Deus havia levantado Jesus dentre os mortos.

Rituais relacionadas à deusa Eostre, celebrada pelos pagãos, deu origem a tradição, por ser simbolizada pelo ovo, e sua fertilidade, juntamente simbolizada pela lebre (ou Coelhinho da Páscoa), unificou-se criando a troca de presentes de Páscoa, os ovos de chocolate.

A data da Páscoa muda cada ano Páscoa cai sempre no primeiro domingo após a lua cheia (o pascal de Lua Cheia) após 21 de março. Se o de Lua Cheia cai em um domingo depois da Páscoa é o próximo domingo.

Agora, uma tabela das datas em que cai a Páscoa até 2023:
2006 16 abr.   2012 8 abr.     2018 1 abr.
2007 8 abr.      2013 31 mar.  2019 21 abr.
2008 23 mar.   2014 20 abr.   2020 12 abr.
2009 12 abr.    2015 5 abr.     2021 4 abril
2010 4 abril     2016 27 mar.  2022 17 abr.
2011 24 abr.    2017 16 abr.   2023 9 abr.

Wicca, Magia, Bruxaria!

Os termos Wicca e Bruxaria podem ser utilizadas de forma indiscriminada, mas existe uma sutil distinção. Wicca é uma religião contemporânea neo-pagã e Bruxaria é a prática de magia natural. Nem todos os Wiccans são bruxas, e nem todas as bruxas são Wiccan.

Neo-Wicca é uma religião pagã com muitas tradições e com a data pré-cristã (e pré-históricas) das religiões. É baseado em um profundo respeito pela natureza e do conhecimento certo que não temos o direito de explorá-lo para nosso próprio benefício.

Wiccans estão profundamente preocupados com a conservação e ecologia, acreditam que ambos os objetos animados e inanimados possuem um espírito que faz parte do todo. Note que não usamos o termo “espírito” no sentido judaico-cristã de um “fantasma”, mas sim a essência que possui cada objeto que o liga à natureza e torna-a uma parte inalienável do universo.

Wicca é uma celebração da vida, forças da natureza como personificado pela Deusa e seu consorte, o Deus.

Wicca inclui a prática de magia, que é definida como o processo de provocar mudança, através da concentração dos nossos poderes naturais. É importante notar que a magia é natural. Nada há de sobrenatural nisso. Nós usamos alguns instrumentos, como feitiços, visualização, cânticos, velas, amuletos e meditação para nos ajudar a concentrar a nossa energia, mas o poder vem de dentro, não está nas ferramentas.

Os nossos antepassados sabiam como usá-la de forma eficaz, mas é uma arte em grande parte esquecido nos tempos modernos.

É de se esperar que estudiosos em bruxaria, queiram resgatar boa parte da essência de magia dos antigos bruxos e bruxas, assim como sua sabedoria.

Ser um Bruxo ou uma Bruxa, requer muito estudo, e um conhecimento em Wicca vasto.

Nunca deixe de estudar magia! Atualize-se, Amigo Bruxo e amiga Bruxa!